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Dr. Antonio Wanderley de A. Júnior
Suor excessivo tem cura!
Dr. Antonio Wanderley
Cirurgião Torácico
CRM 10649


* Especialista em Cirurgia Torácica pela Universidade de São Paulo e Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica.

 

*Especialista em Endoscopia Respiratória pela Sociedade Brasileira de Endoscopia Peroral e Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia.

 

* Diretor Técnico da Endothorax

CONSULTAS:

Hospital EMEC 75-3616-8050

CIRURGIAS:

Hospital Emec e São Matheus.

 

 

 

 

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Simpatectomia Torácica

 

 

 

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Hiperidrose em perguntas e respostas.
.......................A hiperidrose, suor excessivo que acomete principalmente as mãos, pés, axilas e face, é um distúrbio que acomete 0,5 a 1% da população mundial, causando grande desconforto que pode alterar o comportamento psicossocial do indivíduo. Muitas pessoas portadoras deste distúrbio têm vida social limitada, evitando reuniões, cumprimentar e ser cumprimentado, enfim situações de estresse. A hiperidrose incomoda a todos, mas determinadas situações têm nos chamado a atenção: músicos que necessitam das mãos secas para tocar seus instrumentos; odontólogos cujo suor enche as luvas prejudicando os movimentos; policiais que necessitam manusear armas; fisioterapeutas que necessitam tocar os pacientes; contadores que lidam com papéis a todo instante; cabeleireiros que aplicam cremes nos cabelos de seus clientes; adolescentes que tentam começar um namoro. Estas e outras situações constituem o dia-a-dia do médico Antonio Wanderley, especialista em cirurgia torácica pela Universidade de São Paulo e habilitado em videotoracoscopia pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica, atuando em Feira de Santana há treze anos.
            A hiperidrose será abordada neste site, de forma clara e objetiva, através de perguntas e respostas, esclarecendo as dúvidas mais comuns sobre o assunto.

 

A hiperidrose tem cura?

            Sim. O tratamento comumente empregado pelos dermatologistas, neurologistas ou endocrinologistas que medicam estes pacientes com tranqüilizantes, antidepressivos ou cremes para uso local, não tem o resultado esperado, tendo efeito apenas paliativo. Os cirurgiões plásticos tentaram a ressecção da pele com as glândulas sudoríparas da região axilar, o que não funcionou devido o inconveniente da retração cicatricial da pele e limitação dos movimentos do membro superior. Mais recentemente foi usado o Botox através de injeções repetidas, a cada quatro meses, mas com resultados insatisfatórios e temporários.
            O tratamento definitivo da hiperidrose é a ressecção da cadeia simpática, pequeno segmento do sistema nervoso autônomo responsável pelo estímulo às glândulas sudoríparas. Esta cirurgia é denominada simpatectomia torácica.

O tratamento é novo? Dá certo?

            A cirurgia é antiga, realizada desde a década de 40, mas não teve grande divulgação porque era realizada através de toracotomia ampla (grande incisão) que envolvia riscos e cicatriz indesejável. A novidade foi a incorporação da videotoracoscopia, na última década, tendo proporcionado grande divulgação da simpatectomia, especialmente para tratar a hiperidrose, por ser realizada através de mini-incisões e breve período de internação. Os resultados são bastante compensadores. A simpatectomia torácica endoscópica bilateral promove resolução permanente da hiperidrose das mãos e axilas em 95-100% dos casos. A redução da sudorese nos pés é parcial em cerca de 50% dos casos.   

Quem pode fazer a simpatectomia?

            Todos os pacientes que se sentirem prejudicados pela intensidade da hiperidrose podem procurar um cirurgião torácico para avaliação pré-operatória. A cirurgia é contra-indicada nos portadores de insuficiência respiratória ou cardíaca grave, diabete descompensado, obesidade extrema e seqüela de doença pleural.

Como é feita a cirurgia?

            É realizada sob anestesia geral, sendo feitas duas mini-incisões (cerca de 5 a 10 mm) sob a axila. Através da primeira, é usada uma microcâmera que permite visualização ampliada da cadeia simpática; através da segunda, é usado instrumental para a dissecção e ablação do segmento nervoso.

E o pós-operatório?

            O paciente acorda na sala de recuperação, já com as mãos secas, sendo encaminhado à unidade de internação, onde ingere líquidos no mesmo dia e recebe alta no dia seguinte.

Tem efeitos colaterais ou complicações?

            Um efeito colateral que pode ocorrer é das mãos ficarem muito secas, especialmente durante os primeiros meses, o que pode ser tratado com o uso de creme hidrante. Outro efeito colateral que pode acontecer é a sudorese compensatória, principalmente nas costas e no abdome. Tais efeitos são bem tolerados, melhorando, em geral, com o tempo. As complicações são em menor número que as da cirurgia convencional, podendo requerer utilização de dispositivo de drenagem torácica por 1 a 2 dias. A Síndrome de Horner, ou queda da pálpebra e uma pupila menor (mais fechada), sem prejuízo da visão, tem incidência próxima de 0% com a utilização da videotoracoscopia, podendo ainda ser transitória.

Eu quero ficar livre da hiperidrose. A quem eu devo procurar?

            Um médico especialista em cirurgia torácica, com habilitação em videotoracoscopia. O internauta interessado pode verificar a lista de especialistas brasileiros no site da Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica. Em Feira de Santana, o Dr. Antonio Wanderley é o especialista que realiza o tratamento cirúrgico da hiperidrose.

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